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ÁRVORE SÍMBOLO

DO

REINO DE DEUS

Como e por que o ALTÍSSIMO escolheu a árvore símbolo do Reino de DEUS

Assim falou INRI CRISTO:

"Em 1983, meu PAI, SENHOR e DEUS ordenou que eu colocasse no papel o que viria a ser a 1ª Reforma Estatutária da SOUST, quando estava em Beauvais, département de l’Oise, na França. Nesta ocasião, Geneviève e Allain Faivre me albergavam em sua casa, que era anexa à École Maternelle Paul Eluard, situada coincidentemente em frente à sinagoga. Ambos dormiam no quarto de hóspedes e deixavam que eu me alojasse no quarto sede. Neste alojamento, bem em frente à cama, havia uma árvore que eu nunca tinha visto e cujo nome eu não sabia; estava enterrada num vaso e suas frondosas ramificações atingiam o teto. Quando recebi do SENHOR a reforma e comecei a rascunhar (rascunhava de uma maneira peculiar porque não sou letrado), eu percebi – ninguém é obrigado a crer – que o papel no qual escrevia chegou a ficar quente, conforme atestaram a posteriori meus anfitriões. Esta é a reforma estatutária onde consta que Brasília é a Nova Jerusalém. A única testemunha viva que estava comigo quando rascunhei esta reforma estatutária foi a árvore Ficcus, que até então eu desconhecia. Posteriormente voltei ao Brasil e cumpri as ordens do SENHOR, oficializando a Reforma do Estatuto.

Como esta árvore fora o único ser vivo a testemunhar aquele momento, pedi que os franceses trouxessem uma muda quando viessem ao Brasil visitar a Casa do SENHOR, na antiga sede da SOUST em Curitiba. Determinei que aquela árvore fosse deixada num alojamento onde eu pudesse vê-la todos os dias. Tempos depois, caminhando pela Rua das Flores em Curitiba, passando em frente a uma floricultura, deparei com uma árvore igual àquela. Perguntei o nome e a procedência. Disseram ser a árvore Ficcus, oriunda de regiões de clima tropical, como o Brasil. É irônico ter mandado vir da França uma árvore que existe aqui. Mas pensei: "O SENHOR tem os seus motivos".

Um dia "por acaso" escutei na rádio Educativa de Curitiba o depoimento de um engenheiro florestal. O entrevistador perguntava-lhe qual era a árvore que mais causava problemas com as raízes. Ele respondeu que era a árvore Ficcus porque ela se infiltra, penetra nas calçadas, invade tubulações, manilhas, enfim, é a árvore mais perseverante, mais invasora de todas as árvores. Então compreendi por que meu PAI escolheu justo essa para ser a árvore símbolo do Reino de DEUS. A SOUST se impregnará, penetrará nas almas dos habitantes da Terra de tal forma que ninguém conseguirá remover; e assim ela vai avassalando, vai invadindo sem pedir licença. Coincidentemente, quando o SENHOR determinou a transferência da sede da SOUST para Brasília (que estava prevista desde a fundação em 1982, no artigo 14 dos Estatutos), a espécie de árvore que mais existia no local reservado pelo SENHOR para ser a nova sede eram justamente enormes árvores-símbolo. E este lugar não foi escolhido por mim; foram os discípulos, mais precisamente as discípulas, inspiradas por DEUS. Quando cheguei para tomar posse, já existiam aquelas enormes árvores-símbolo esperando por mim. E justo porque as raízes crescem sem pedir licença, passados uns meses tive que podar as árvores da Casa do SENHOR como demanda a natureza. Autorizei que contratassem uma equipe de profissionais para podar essas árvores, discipliná-las, pois estavam crescendo de forma muito agressiva.

Recentemente meu filho e amigo benemérito Pedro Lusz, que escreveu o livro Furacão sobre o Vaticano, esteve aqui em Brasília na sede da SOUST e pediu que eu falasse sobre isso, sobre a poda dessas árvores relacionando-a à disciplina do Reino de DEUS, porque a paz da Casa do SENHOR está entesourada na disciplina, na observância das Leis do SENHOR. Assim como foi necessário podar, disciplinar as árvores símbolo, meu PAI disse que, como diligente jardineiro, tenho a missão de podar, disciplinar os meus filhos, pois às vezes é preciso parar, conter alguns lados da vida para que outros se manifestem. Enquanto o ser humano não tem uma disciplina muito segura, precisará ser podado, ou podada, para que as forças, as ações se equilibrem. No caso dos seres humanos, a poda é a forja à qual necessitam ser submetidos... ao contrário, outros galhos jamais teriam a chance de brotar, crescer e gerar frutos. Ou seja, outros aspectos da vida seriam impedidos de se manifestar e transformar-se em aprendizado e experiência.

 



Escrito por Unamuno às 12:05
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Lembrai-vos sempre que nada acontece na Terra sem o consentimento de DEUS. O destino de cada um de vós está nas mãos do SENHOR do destino; mesmo quando Ele vos der a experimentar o amargo cálice da dor, da perda, da aflição... que são as podas da vida, bebei-o com paciência e humildade, pois assim como no fogo se experimenta o ouro, é no sofrimento que se conhecem o interior dos seres humanos e as verdadeiras intenções. Na poda, no sofrimento, na forja, os grandes espíritos elevam-se acima de si mesmos e praticam atos louváveis e os espíritos mesquinhos se revelam, desnudando a falsa indumentária de bondade. Se mantiverdes vossa confiança no SENHOR, mais adiante Ele vos mostrará que as oportunidades de crescimento e aprendizado estão justamente nas situações mais difíceis, nas turbulências e tempestades, nos momentos de angústia... é justamente nessas horas que se despertam as sementes do amadurecimento, purificação e evolução de vossas almas. Portanto, confiai plenamente no SENHOR do destino; só assim sobrepujareis os abrolhos dos caminhos e atravessareis serenamente as tribulações que fazem parte do destino de cada um de vós".

Brasília, 15 de julho de 2007



Escrito por Unamuno às 12:04
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