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O absurdo no TSE

O ministro Marco Aurélio de Mello não tem a postura de um magistrado que, no exercício da presidëncia do TSE,  deveria garantir a lisura do pleito eleitoral. O ministro dá dezenas de entrevistas onde demonstra não respeitar a soberania do voto popular. Tenta influenciar o eleitor ao dizer que o voto consciente é o que se curva às campanhas de mídia contra determinados candidatos, que estão beneficiados pelo princípio da lei que assegura o direito da inocência até a sentença final do processo. E mais ainda: estender suspeição sem base legal, sem índicios concretos, para prejudicar eleitoralmente um candidato. O povo tem o direito de suspeitar dessa orquestração da mídia e o ministro Marco Aurélio de Mello extrapola sua funçaõ de magistrado ao emitir um julgamento sobre a liberdade do voto popular. A vontade do povo é soberana em uma eleição, na democracia. E o ministro, cuja vaidade é extrema e está na última fronteira da vaidade humana, dá entrevisa e é conduzido pelo entrevistador a dizer o que este quer ouvir sem nenhum constrangimento. É lamentável, e absolutamente inédito na história do TSE, que o presidente do tribunal venha constranger o povo humilde em sua intenção de escolher livremente o seu candidato. Para um magistrado, isso é um atestado de parcialidade e de mediocridade. E razão de sobra para lançar intranquilidade sobre a lisura do pleito, onde a urna é eletrônica e o voto é virtual.



Escrito por Newton Lelis às 22:21
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Miriam Leitão

Miriam Leitão ofendeu o presidente Lula, em uma entrevista no Bom Dia, Brasil. Não é de surpreender. Durante os anos FHC, ela se destacava como puxa-saco. Com cara de pau, desta que óleo de peroba não conseque arrancar um brilho, ela é especialista em deformar o noticiário econômico em favor das elites dominates. Ela como ninguém sabe iludir a classe média, que se julga elite. Passou três anos dizendo que o dólar baixo iria prejudicar as exportações e o desempenho da balança comercial bate recordes seguidos. Tida como jornalista econômica, jamais é elevada a sério por investidores, pelo mercado. Ela é uma jornalista política e sua funcão na verdade é absolutamente facciosa com o objetivo de influir na opinião pública. Por exemplo, é a porta-voz dos acionistas da Petrobrás, quando querem reajustar o preço do combustível. E tem se destacado em um ramo que descambou para podridão. Jornalismo não é profissão. O jovem que vai a uma faculdade cursar jornalismo nem sabe o mundo que o espera. Não há nenhum político nessa país que tenha descido tão baixo quantos os jornalistas. Não há ética, não há lei, não há humanidade, não há princípio. São vassalos regiamente pagos pelos donos do poder. Ou são operários, mal remunerados e nesse caso são a expressão honesta da atividade jornalística. Quer conhecer um animal é só dar-lhe um espaço no jornal, no rádio, na TV especialmente na área política e econômica ou simplesmente com influência em determinado setor onde o dinheiro corre. Mais podridão, impossível!!!

 



Escrito por Newton Lelis às 21:34
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Golpe

Um grupo de petistas trapalhões, o que não é novidade em se tratando de PT, que respondia por um um pomposo departamento de Informação e Mídia, caíu em uma armadilha ao tentar negociar um dossiê, que envolvia PSDB, Serra e Alckimim, e também o PT. Provavelmente acreditavam que iriam proteger o partido. O resultado da trapalhada tem sido explorado ad nauseum pela mídia, 100% golpista, com a intenção de levar a campanha para o segundo turno. Capitaneado pela Grupo Abril, que edita Veja, os grupos de comunicação, lançam há quase dois anos ataques virulentos contra o governo e agora na reta final, com a liderança folgada e cristalizada do presidente Lula, se atiram em um desespero atroz na tentativa de catapultar a fraca candidatura Alckimin. Nessa etapa final aparece a orquestração José Serra, um homem acima da lei, cuja biografia é canhestra, com vazios de informação sobre seu histórico acadêmico, que esteve associados a métodos pouco convencionais de fazer política, especialmente no episódio da destruição da candidatura Rosena Sarney, lider nas pesquisas, na campanha passada. Serra-FHC são a unha e carne de um poder danoso aos interesses do povo e imunes a qualquer tentativa de investigação. A elite política, PSDB-PFL, associado a grandes corporações de mídia, quer voltar a saquear esse país sem dó nem piedade. As dificuldades econômicas dos setores de comunicação, em razão da queda da venda de jornais e revistas, como consequência da internet, têm levado os barões da imprensa ao desespero. Esse é um momento crucial para o futuro do Brasil. Um retorno do PSDB ao poder, agora com os cofres cheios do tesouro Nacional, significa a implantação do populismo econômico, uma festa para garantir o segundo mandato, o saque desenfreado e a recomposição das bases corruptas ja consagradas da nação.

 



Escrito por Newton Lelis às 21:03
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