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China, o Dragão do Apocalipse. (2)

 

Durante os anos da Guerra Fria contra a União Soviética, o discurso americano era de defesa dos valores da civilização ocidental, da liberdade, da democracia. Deng Xiaoping, para quem não importava se o gato era preto ou amarelo contanto que cassasse o rato para o PCC, não acreditou nos americanos, como muito de nós. Ele então ofereceu o gigantesco mercado chinês, um formidável Negócio da China para os capitalistas ocidentais com liberdade total, mas sem mexer uma polegada no regime totalitarista para a classe trabalhadora, para o povo e seduziu o mundo. Trabalhador sem direto a reivindicação, livre associação, é um paraíso empresarial. Sob a a benção do EUA, o capitalismo invadiu a China e Deng Xiaoping pode caçar o rato do subdesenvolvimento, do atraso, da pobreza com o gato gordo das poderosas corporações ocidentais. E o projeto de uma China poderosa, imperial, única ambição do PCC tornou-se uma realidade. E o país passou a ser festejado na mídia ocidental.

Mas essa festa capitalista chinesa que o mundo comemora começa a despertar os primeiros sinais de preocupação. Os americanos se perguntam por que os chineses têm aumentado imensamente os investimentos em defesa se não sofrem nenhuma ameaça. O arsenal nuclear cresce em um ritmo bem maior. A pergunta que os americanos se fazem é mais retórica para efeito de consumo externo. Sabem os americanos que capitalismo selvagem da China compromete os recursos naturais. Com 20% da população do mundo o país têm apenas 10% de terras agricultáveis. E problemas sérios com erosão têm provocado a perda de bilhões de toneladas de solo por ano. A água é uma questão ainda mais complicada. Além da escassez o país tem um sobreuso que o faz consumir cinco vez mais água que a média mundial. E um novo inimigo surge como uma ameaça mais poderosa: O aquecimento global. Como resultado do efeito estufa, a própria China emite cerca de 12,7% das emissões globais de dióxido de carbono e planeja implantar mais de 500 usinas que utilizarão combustíveis fósseis, a elevação da temperatura do planeta fará subir o nível do mar, combinado com derretimento da calota polar. O desequílibrio climático trará secas e falta de água potável. Inundações, furacões. Há diversos estudos bem fundamentados sobre o assunto. Projeções completas já estão no Departamento de Defesa do EUA. China e Índia com 40% da população do mundo, os dois maiores exércitos da Terra, que já demandam por causa de um rio, serão enormente afetados pelo aquecimento global. Israel, tradicional aliado dos americanos controla o rio Jordão, essencial no mundo árabe, que é mais simpáticos à China. Em lugar da Guerra Fria temos agora a Guerra Quente e nesse cenário apocalíptico, que pode varrer do mapa as cidades a nível do mar, trazer fome, sede e guerras por recursos naturais, a China pode levantar um exército de 200 milhões, que João menciona, no Apocalipse, capitulo 9.16 

"E tocou o sexto anjo a sua trombeta, e ouvi uma voz que vinha das quatro pontas do altar de ouro, que estava diante de Deus, a qual dizia ao sexto anjo, que tinha a trombeta: Solta os quatro anjos, que estão presos junto ao grande rio Eufrates. E foram soltos os quatro anjos, que estavam preparados para a hora, e dia, e mês, e ano, a fim de matarem a terça parte dos homens. E o número dos exércitos dos cavaleiros era de duzentos milhões; e ouvi o número deles."

 

Um terço da humanidade será dizimada nessa guerra, segundo a visão de João. O cenário é apocalíptico. Não se pode garantir que tal previsão ocorrerá. Contudo no cenário, o exército já temos....

 



Escrito por Newton Lecarva às 20:34
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