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Canalhice Explícita
Dois jornalistas acabam de lançar uma ficção canalha sobre o comportamento particular do presidente Lula em viagens oficiais. Nas resenhas do livro procura-se fazer parecer que os dois macanudos, cobras criadas da Folha de São Paulo e Estadão, inimigos de Lula, faziam parte da comitiva presidencial nessas viagens. O que é uma mentira. Basta verificar que o jornalista da Folha, na cobertura da viagem à África, publicou uma matéria em que há uma nota de rodapé da redação do jornal informando que por falta de vôo comercial no deslocamento dentro do país africano o jornalista teria ido de carona em um avião da FAB. Nâo viajou no avião presidencial. A Folha faz isso para vender, como marketing de moral fajuta, sua independência ao informar que o deslocamento do seus repórteres na viagem presidencial não era às expensas de cortesia oficial. E a distância desses jornalistas em relação ao presidente era tanta, que um dos autores do livro trocou sopapos com a segurança do Planalto, na posse da ministra do STF. Dois pequenos jornalistas a soldo dos patronato de uma mídia que tem se destacado pelos métodos dignos do PCC e a ninguém mais engana sobre os seus interesses inescrupulosos em relação ao poder decisório de governo do nosso país. Dignos de sopapos mesmos!!!
A matéria sobre os socos:
Por Pedro Venceslau, da redação http://portalimprensa.uol.com.br/new_ultimasnoticias_data_view.asp?code=2869
O repórter fotográfico Celso Júnior, do jornal O Estado de S.Paulo, foi covardemente agredido por cinco seguranças e um assessor da Secretária de Imprensa do Palácio Planalto. O incidente aconteceu na última quinta feira, após a posse da ministra Ellen Gracie na presidência do supremo Tribunal Federal. A agressão ocorreu no exato momento que ministra se despedia do presidente do lado de fora do prédio.
O responsável pela violência foi o operador de reportagem da Secretaria de Imprensa, Francisco Novaes, que acertou dois socos no rosto do fotógrafo e ordenou que os seguranças terminassem o serviço. Minutos antes desta cena, o repórter Leonencio Nossa, também do Estadão, recebeu um soco no estômago de outro segurança. Ao contrário de seu colega, Leonencio revidou o soco. Em nota, o Estadão afirmou que o repórter revidou porque o Palácio do Planalto nunca reconhece aa agressões contra jornalistas.
A presidência culpou o STF pelo incidente. O STF, até o momento, não se manifestou. Segundo o Estadão, o Palácio do Planalto costuma argumentar que os jornalistas entram em áreas restritas. Mas, quase sempre, essas áreas são as únicas onde é possível captar, sem prejuízo para a informação, uma imagem não oficial de Lula e do governo.
Leonencio Nossa é um dos autores do livro
Escrito por Newton Lecarva às 16:14
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